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04/02/2021 às 14h34m - Atualizado em 04/02/2021 às 20h09m

Pernambuco: Médico é acusado de tomar doses de vacina contra Covid-19 em cidades diferentes, em quatro dias

A irregularidade foi descoberta quando profissionais de Saúde da cidade tentaram registrar a aplicação da vacina no médico no sistema de informação.

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Um médico acusado de tomar duas doses da vacina contra a Covid-19 em um intervalo de apenas quatro dias e em cidades diferentes do Agreste de Pernambuco será investigado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

Conforme informou a pasta, nesta quarta-feira (3), o profissional atua em municípios do Agreste e teria tomado as doses, de forma irregular, em Caruaru, no dia 22 de janeiro, e em Lagoa do Ouro, no dia 26.

A SES-PE encaminhou a investigação para a Secretaria de Defesa Social (SDS-PE), para o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e para o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe). 

O caso foi informado pela Secretaria Municipal de Saúde de Lagoa do Ouro à SES-PE no final da tarde de terça-feira (2). A irrregularidade foi descoberta quando profissionais de Saúde da cidade tentaram registrar a aplicação da vacina no médico no sistema de informação.

O secretário estadual de Saúde, André Longo, ressalta a importância da população e dos trabalhadores da Saúde seguirem as recomendações oficiais sobre o uso do imunizante. 

“A vacina é um bem coletivo e é preciso respeitar os públicos prioritários e o tempo entre a primeira e segunda dose. Além disso, reitero a necessidade de denunciar os casos que não estão em conformidade com o plano estadual de vacinação para que sejam devidamente investigados. O sistema é nominal, com identificação pelo CPF, e nós estamos, em parceria com os órgãos de segurança e de controle, fiscalizando a correta aplicação dos insumos”, informou o gestor.

Em nota encaminhada à reportagem, o Cremepe informou que irá instaurar sindicância para apuração do fato. " A partir de então, a sindicância corre em sigilo processual, para não comprometer a investigação, e segue o que estabelece o Código de Processo Ético Profissional (CPEP) – Resolução CFM Nº 2.145/2016", informou o conselho.

Portal Folha de Pernambuco

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