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21/03/2015 às 14h41m - Atualizado em 22/03/2015 às 17h43m

Moradores de Nazaré da Mata movem petição contra a Caixa Econômica Federal.

Aproximadamente 400 familias que residem na comunidade da Nova Boa Vista (Vila Madalena), há mais de 15 anos, estão à beira de perder suas casas

Uma comissão formada por vinte moradores da comunidade da Nova Boa Vista (Vila Madalena), que tiveram suas casas leiloadas pela Caixa Econômica Federal, na semana passada, foram nesta sexta-feira (20), até a sede Prefeitura de Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado, acompanhados da coordenadora da Associação das Mulheres de Nazaré da Mata – Amunam, Eliane Rodrigues, para solicitar do chefe do executivo municipal a planta da área em que foi construída à Vila Madalena. Aproximadamente 400 familias que residem na localidade há mais de 15 anos, estão à beira de perder suas casas, e a situação já inspira um caos social.

Na ocasião, o secretário de governo, Mário João e o procurador-geral do município, Lyndon Johnson, recebeu a comitiva e se comprometeu à providenciar junto a outros órgãos a cópia do documento, já que na há registro em seus arquivos. A prefeitura também se disponibilizou em manter a parceria com a Amunam para resolver o caso.

À tarde, parte da mesma comissão esteve no Recife, na sede Ministério Público Federal, (MPF/PE), onde protocolaram uma ação contra a Caixa Econômica Federal, em ter promovido um Edital de Concorrência Pública Especial - (Leilão), com as casas, sem qualquer direito de negociação com as familias. Uma audiência deve está sendo realizada pela procuradoria nos próximos dias para ouvir os moradores.

Entenda o caso:
Cerca de 110 imóveis localizados no loteamento Novas Boa Vista, em Nazaré da Mata, na Zona da Mata Norte do Estado, foram a leilão na sexta-feira passada, dia 13 de março. As famílias que residem nas mais de cem moradias, ficaram surpresas pela lista que foi divulgada pela Caixa Econômica Federa. Os relatos ditos pelas pessoas no local, é que a Caixa leilou os imóveis sem qualquer consulta aos donos das casas. Devido à polemica, os moradores se mobilizaram na tentativa de acionar a Justiça Federal para detectar o erro.

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