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28/01/2026 às 18h14m - Atualizado em 28/01/2026 às 18h22m

Denúncia anônima sobre suposta propina na Prefeitura do Recife é apurada e arquivada por falta de provas

A denúncia foi deixada de forma anônima na portaria da SDS e solicitava a apuração de um possível recebimento de vantagens indevidas

prefeitura

Uma denúncia anônima que apontava um suposto esquema de pagamento de propina envolvendo um secretário da Prefeitura do Recife foi investigada pela Secretaria de Defesa Social (SDS), mas acabou sendo arquivada por ausência de indícios ou provas, segundo informou o secretário da pasta, Alessandro Carvalho.

De acordo com o gestor, a denúncia foi deixada de forma anônima na portaria da SDS e solicitava a apuração de um possível recebimento de vantagens indevidas.

O texto citava o uso de um veículo locado e cedido ao órgão como parte da suposta dinâmica do esquema, além de mencionar entregas de valores relacionados a contratos firmados pela Prefeitura com fornecedores.

Segundo Alessandro Carvalho, a denúncia foi apurada entre os meses de agosto e outubro, período em que foram realizadas diligências e ações de verificação. No entanto, nenhuma irregularidade foi constatada.

“Durante o período de vigilância, não foi identificado qualquer indício de prática criminosa. Diante disso, o procedimento foi arquivado, como prevê o protocolo. Caso houvesse fundamento, teria sido elaborado um relatório policial e encaminhado à DRACO para investigação formal”, afirmou o secretário.

Atuação da Polícia Civil

Mesmo sem a confirmação das suspeitas, o Serviço de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco também participou da apuração.

Para acompanhar o caso, foi criado um grupo em um aplicativo de mensagens, formado por dez policiais civis, entre eles três delegados e sete agentes.

Durante o andamento das investigações internas, a SDS identificou o vazamento de informações sigilosas relacionadas à apuração.

Investigação de vazamento

Segundo o secretário, um dos policiais que integrava o grupo foi desligado da equipe no dia seguinte ao surgimento do vazamento e colocado à disposição do setor de recursos humanos, após prestar esclarecimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

“O foco agora é apurar como informações confidenciais chegaram à imprensa e a terceiros”, concluiu Alessandro Carvalho.

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