27/02/2026 às 19h24m - Atualizado em 28/02/2026 às 18h23m
Miguel diz que não se intimidará e critica 'viés político' de operação em ano eleitoral
Ex-prefeito de Petrolina cita manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR) contrária à medidas da Polícia Federal.

O ex-prefeito de Petrolina e presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, se pronunciou, nesta sexta-feira (27), sobre a Operação Vassalos, classificando a ação como tentativa de descredibilizar sua trajetória política. De acordo com o ex-gestor da cidade, a investigação se trata de uma “ação espalhafatosa para tentar manchar o mérito do trabalho”.
A operação apura um suposto esquema de desvios de emendas parlamentares e teve entre os alvos o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), além de Miguel e do deputado federal Fernando Filho (União Brasil).
“Não vamos nos intimidar por quem quer manter Pernambuco no atraso. Vamos continuar trabalhando e lutando para trazer investimentos para o nosso estado”, declarou.
Em um vídeo publicado no Instagram, o ex-prefeito destacou a gestão em Petrolina, citando crescimento econômico, geração de empregos e investimentos. Segundo ele, a cidade se consolidou como referência nacional no agronegócio. “Mesmo assim, em pleno ano eleitoral, criaram uma ação espalhafatosa para tentar manchar o mérito do nosso trabalho. Uma operação tão frágil que a própria Procuradoria Geral da República se manifestou contra. Não é a primeira vez que enfrentamos ataques. Se acham que vão nos intimidar, estão enganados”.
Em nota conjunta, Miguel e Fernando Bezerra Coelho já haviam afirmado que, conforme decisão do ministro Flávio Dino, alguns fatos já teriam sido analisados anteriormente pelo Supremo Tribunal Federal, com posterior arquivamento. O texto também reforça que a PGR se posicionou de forma contrária às medidas pleiteadas pela Polícia Federal.


