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19/07/2017 às 14h15m - Atualizado em 21/07/2017 às 02h57m

Operação do Ministério Público de Alagoas prende ex-prefeito e ‘caça’ outros dois por desvios na saúde

Os mandados de busca e apreensão e prisão foram cumpridos em cidades do interior e em bairros da capital, inclusive na área nobre.

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O Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc) lançou mais uma ofensiva contra gestores alagoanos suspeitos de desvios de recursos públicos na área de saúde. A operação é um desdobramento da Operação Sepse, deflagrada no começo de junho desse ano. Esta nova fase teve início nas primeiras horas desta quarta-feira (19) e tem como alvo ex-gestores das cidades de Mata Grande, Passo do Camaragibe e Girau do Ponciano.

De acordo com a assessoria do Ministério Público do Estado, uma nota será emitida sobre a operação e há confirmação de prisões, embora as identidades dos presos não tenham sido informadas. Os mandados de busca e apreensão e prisão foram cumpridos em cidades do interior e em bairros da capital, inclusive na área nobre. Os alvos seriam os ex-prefeitos Jacob Brandão, Márcia Coutinho e Fábio Rangel.

Segundo o MP, até o momento foi preso Fábio Rangel Nunes de Oliveira, em sua residência, na cidade de Arapiraca. O Gecoc continua nas ruas para tentar localizar José Jacob Gomes Brandão e Márcia Coutinho Nogueira de Albuquerque, ex-gestores dos municípios de Mata Grande e Passo de Camaragibe, respectivamente. Eles não foram localizados em suas residências, que também foram alvo de busca e apreensão. Na representação encaminhada à 17ª Vara Criminal da Capital, o procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça Neto, e o Gecoc ainda solicitaram a indisponibilidade dos bens de todos os envolvidos.

Fábio não apresentou resistência e foi encaminhado à sede do Ministério Público, em Maceió, onde deverá ser interrogado. Na casa de Jacó Brandão, num condomínio de luxo em Jacarecica, participou da operação o promotor Carlos Davi Lopes e, no imóvel de Márcia, na Ponta Verde, estiveram presentes os promotores Thiago Chacon e Lucas Sachsida.

De acordo com as investigações do Ministério Público, que começaram em março último, os ex-prefeitos teriam participado de um esquema criminoso envolvendo suposta compra de medicamentos por meio de notas fiscais fraudulentas. Nas irregularidades apuradas pelo Gecoc, ficou comprovado que José Jacob Gomes Brandão, Fábio Rangel Nunes de Oliveira e Márcia Coutinho Nogueira assinaram procedimentos licitatórios que beneficiaram a RR Distribuidora, autorizando pagamentos de verbas públicas em favor da referida empresa, sem que qualquer mercadoria tivesse sido fornecida ou serviço prestado.

O prejuízo causado, segundo os investigadores, já ultrapassaria as cifras de R$ 3 milhões. A operação prendeu ainda uma ex-secretária de Saúde de Girau do Ponciano e um representante da RR Distribuidora, empresa que pertence ao empresário que aceitou colaborar com as investigações.

Com informações do Portal Alagoas 24 Horas

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