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28/08/2019 às 01h07m - Atualizado em 29/08/2019 às 06h31m

Vereador de Campina Grande e 15 empresários são denunciados por fraudes

MPF acusa grupo de organização criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. Segundo investigação, grupo fraudou ao menos 15 licitações de merenda.

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O vereador de Campina Grande Renan Maracajá (PSDC) e 15 empresários foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) na Operação Famintos. A investigação desarticulou um esquema de desvio de verbas de merenda escolar, em Campina Grande. A ex-secretária de educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa, não foi denunciada.

A denúncia do MPF acontece após ser encerrado o prazo de 30 dias para conclusão do inquérito policial com investigados presos. Entre os denunciados estão:

  • Frederico de Brito Lira (Fred),
  • Luiz Carlos Ferreira de Brito Lira,
  • Flávio Souza Maia,
  • Rosildo de Lima Silva,
  • Renato Faustino da Silva,
  • Severino Roberto Maia de Miranda (Bilão),
  • Katia Suênia Macedo Maia,
  • Marco Antônio Querino da Silva,
  • Antônio Joaquim Domingos da Silva,
  • Josivan Silva,
  • Ângelo Felizardo do Nascimento,
  • Renan Tarradt Maracajá,
  • Pablo Allyson Leite Diniz,
  • Lisecílio de Brito Júnior,
  • André Nunes de Oliveira Lacet,
  • Severino França de Macedo Neto.

Segundo o MPF, esse grupo empresarial integra uma organização criminosa voltada para a prática de diversos crimes. Eles teriam fraudado a competitividade de, ao menos, 15 licitações da Prefeitura de Campina Grande destinadas à compra de merenda escolar. Para executar as fraudes, a organização criminosa usou empresas de fachada.

O MPF está denunciando os suspeito e pede condenações por formação de organização criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. Segundo o órgão, entre os denunciados, três praticaram crime de obstrução da justiça, sendo dois deles com relação à sonegação ou destruição de celular e um por intimidar alvo da operação.

Apesar de a denúncia ter sido feita, o inquérito já retornou para a Polícia Federal para que continuem as apurações em relação aos outros envolvidos e demais condutas criminosas.

Do G1 Campina Grande

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