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01/09/2026 às 06h30m - Atualizado em 02/09/2026 às 06h23m

Mãe é assassinada seis meses após a morte do filho em Petrolina; ela era testemunha do crime

Francisca Pinto de Souza, de 52 anos, teria sido ameaçada de morte por atuar como testemunha no processo que apura o assassinato do próprio filho, ocorrido seis meses antes.

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Uma mulher de 52 anos foi assassinada a tiros na Rua Padre Cícero, no bairro João de Deus, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Francisca Pinto de Souza teria sido ameaçada de morte por atuar como testemunha no processo que apura o assassinato do próprio filho, ocorrido seis meses antes.

A polícia foi acionada por volta das 23h30. Segundo o marido da vítima, Francisca estava na calçada de casa quando um homem não identificado, que estava em uma motocicleta de cor preta, se aproximou e efetuou vários disparos contra ela.

Mesmo ferida, Francisca conseguiu entrar na residência, mas caiu no quintal e morreu. Após os disparos, o suspeito fugiu e ainda não foi identificado.

Conforme o relato do marido, Francisca era testemunha em um processo judicial relacionado ao homicídio do filho, ocorrido em fevereiro de 2026. Ainda segundo ele, a mulher vinha recebendo ameaças de morte em razão do andamento do processo.

Equipes de perícia criminal estiveram no endereço para realizar os primeiros levantamentos. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina.

A Delegacia de Polícia de Homicídios de Petrolina investiga o caso e deverá apurar se as ameaças e a participação de Francisca como testemunha têm relação com o assassinato, além de identificar o responsável pelo crime.

ONDE BUSCAR AJUDA EM CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHER EM PERNAMBUCO?

A Lei Maria da Penha estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime, deve ser apurado por meio de inquérito policial e ser remetido ao Ministério Público.

A violência contra a mulher pode ser manifestada das formas: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Em todos os casos, lembre-se que você não está sozinha e pode fazer a denúncia de diversas formas. 

 



 



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