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29/09/2018 às 23h36m - Atualizado em 30/09/2018 às 08h56m

Mulheres vão às ruas protestar contra Bolsonaro no Brasil e no mundo

No Brasil aconteceram atos em dezenas de cidades. As mulheres também foram às ruas de Berlim, Londres, Barcelona, Paris, Nova York, México entre outras, para protestar contra o presidenciável.

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Milhares de mulheres foram às ruas neste sábado (29) protestar contra o candidato à presidente, Jair Bolsonaro (PSL). No Brasil, atos aconteceram em cerca de 30 cidades. No mundo, as mulheres foram às ruas de Berlim, Londres, Barcelona, Paris, Buenos Aires, Roma, Nova York, México, Santiago entre outras, para protestar contra o presidenciável.

Os atos nasceram do movimento chamado #EleNão, do grupo do Facebook Mulheres Unidas Contra Bolsonaro, que já conta com mais de 3 milhões de integrantes, mesmo depois de sofrer ataques por parte de apoiadores do candidato.

Em São Paulo, o ato contra Bolsonaro aconteceu no Largo da Batata, em Pinheiros. Organizadoras do evento estimam que cerca de 150 mil pessoas tenham participado do protesto. A Polícia Militar ainda não divulgou o número oficial.

Por lá, o clima era de militância, assim como de descontração. Com cartazes "Mais amor, menos armas", "Não voto em quem não me respeita" e, é claro, milhares de "Ele Não", pessoas das mais diversas idades cantavam e gritavam contra o candidato, que é líder nas pesquisas segundo o Datafolha. Na sondagem publicada na última sexta-feira (26), o candidato do PSL tinha 28% das intenções de votos, seguido por Fernando Haddad (PT), com 22%, Ciro (PDT), com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 10% e Marina Silva (Rede), com 5%.

Em resposta ao movimento, apoiadores de Bolsonaro também se reuniram em atos pelo Brasil para demonstrar apoio ao presidenciável. 27 cidades tiveram atos a favor de Bolsonaro.

LEIA TAMBÉM: Em Pernambuco, mulheres reúnem multidão contra Bolsonaro

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Bolsonaro deixa hospital
No mesmo dia em que foram marcados atos contra Bolsonaro, o presidenciável deixou o hospital Albert Einstein, no Morumbi, em São Paulo. Ele recebeu alta médica às 10h, após passar 22 dias internado por ter sido esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha em Minas Gerais.

Na mesma tarde, ele voltou para o Rio de Janeiro e agradeceu pelas manifestações de carinho de seus eleitores. "Enfim em casa, perto de minha família no aconchego de nossso lar! Não há sensação melhor!", disse no Twitter.

 

 

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