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10/11/2017 às 12h36m - Atualizado em 10/11/2017 às 13h06m

Grupo protesta no Recife contra reforma da Previdência e nova lei trabalhista

Manifestantes se posicionam contra a medida do governo que dificulta o combate ao trabalho escravo. Profissionais de saúde pedem melhoras no SUS.

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Manifestantes caminham pelas principais ruas e avenidas da área central do Recife, nesta sexta-feira (10), em ato público contra a reforma da Previdência, a lei trabalhista que entra em vigor no sábado (11) e a medida do governo que dificulta o combate ao trabalho escravo no Brasil. Profissionais de saúde reivindicam melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo informações do G1 PE, a concentração aconteceu na Praça do Derby. Eles saíram em caminhada, por volta das 11h, pela Avenida Agamenon Magalhães, até a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Pernambuco, localizada na mesma via. Segundo os organizadores, cinco mil pessoas participam do ato.

Ao longo do caminho, eles exibem faixas com os dizeres “Reaja agora ou morra trabalhando”. O grupo também carrega um caixão preto para simbolizar a reforma da Previdência, denominada por eles como “PEC da Morte”.

“Precisamos esclarecer a população, porque a reforma trabalhista não é esse mar de rosas que estão tentando mostrar. Ela só beneficia os patrões, não há nenhum benefício aos trabalhadores. Não vamos aceitar que tirem esses direitos desta forma tão brusca como estão fazendo”, pontuou o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Pernambuco, Carlos Veras.

Participam dos protestos centrais sindicais e movimentos sociais, além de profissionais de saúde. Entre os sindicatos estão: dos Policiais de Pernambuco (Sinpol-PE), dos Rodoviários, dos Guardas Municipais do Recife e dos Trabalhadores em Defesa do Município de Jaboatão dos Guararapes.

Denominado “Movimento Branco”, médicos e enfermeiros fazem um ato na entrada do Hospital da Restauração (HR), na mesma área da cidade. Eles reivindicam melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS) e a valorização do profissional de saúde. Com cartazes, eles reclamam que o estado possui os piores salários no Brasil.

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