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25/12/2020 às 17h03m - Atualizado em 26/12/2020 às 09h44m

Juíza é assassinada pelo ex-marido na frente das filhas no Rio de Janeiro

Viviane Vieira do Amaral Arronenzi tinha 45 anos a trabalhava no Tribunal de Justiça do Rio

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A juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido, Paulo José Arronenzi, 52, nesta véspera de Natal, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. As filhas pequenas — gêmeas de 7 anos e uma de 9 — presenciaram a cena. O caso ocorreu na Avenida Raquel de Queiroz. Ele foi preso.

Consta nos dados da Polícia Civil que o autor do crime já havia sido enquadrado na Lei Maria da Penha após denúncia de Arronenzi em setembro deste ano. Ela chegou a ter escolta com dois carros de segurança. No entanto, posteriormente, a vítima assinou um termo dispensando a proteção.

Equipes da perícia foram acionadas no final da tarde desta quinta-feira e já recolheram o corpo para ser encaminhado ao Instituto Médico Legal. A área do crime foi isolada por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investigam o crime.

Em comunicado, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) "lamentou profundamente a morte da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, vítima de feminicídio na Barra da Tijuca nesta quinta-feira (24/12)".

Em sua carreira no TJRJ, Arronenzi atuou em decisões importantes na 16ª Vara de Fazenda Pública, como no afastamento de Rubens Teixeira do cargo de presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) em janeiro de 2018, e na proibição, através de uma liminar, de o governo do Rio oferecer mais dinheiro para Concessionária Rio Barra S.A., responsável pelas obras da Linha 4 do metrô do Rio, naquele mesmo mês.

O GLOBO

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