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21/02/2026 às 14h32m - Atualizado em 23/02/2026 às 16h16m

Jovem de 22 anos morre quatro dias após ter sido espancada pelo ex-companheiro em Jaboatão dos Guararapes

Kaylanne Thaís Braz Xavier foi agredida por Moabe Araújo Albuquerque Junior na última segunda-feira (16)

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A Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) investiga a morte de uma mulher de 22 anos no bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, que foi espancada pelo ex-companheiro quatro dias antes do falecimento. Kaylanne Thaís Braz Xavier foi agredida por Moabe Araújo Albuquerque Junior na última segunda-feira (16). Na sexta (20), ela passou mal e precisou ser levada a UPA de Sotave, também em Jaboatão, mas não resistiu aos ferimentos. As agressões teriam sido motivadas por “ciúmes”.

Ao g1, amigos relataram que a vítima tinha terminado o relacionamento com Moabe Araújo no dia 13 de fevereiro. No dia 16, ele a agrediu com tapas, murros e chegou até mesmo a chutar o rosto, os braços, os seios e o pescoço dela. Entre as agressões, o celular da vítima chegou a ser destruído e a parte de cima da roupa dela foi rasgada. 

Moabe Araújo foi preso em flagrante na última segunda-feira (16). Após passar por audiência de custódia, na terça (17), a prisão foi convertida em liberdade provisória, com a determinação de medidas protetivas pela juíza Crystiane Maria do Nascimento Rocha, como manter distância mínima de 500 metros de Kaylanne Thaís, se apresentar mensalmente à Justiça e ser submetido monitoramento eletrônico. 

Uma amiga de Kaylanne Thaís relatou ao g1 que a vítima passou a semana sentindo dores de cabeça e no corpo. A mulher foi enterrada no Cemitério São Estevão, em Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. Ela deixa dois filhos pequenos.

Por meio de nota, a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) informou que “as diligências já foram iniciadas e seguem em andamento até completa elucidação dos fatos”

COMO DENUNCIAR VIOLÊNCIA CONTRA MULHER EM PERNAMBUCO

É importante lembrar que, para combater este tipo de crime, é necessário também contar com a colaboração de rede de proteção. Pessoas próximas, amigos e vizinhos podem passar informações e fazer denúncias sigilosas.

 

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