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22/01/2026 às 06h16m - Atualizado em 22/01/2026 às 13h23m

Feminicídio: Militar aposentado mata ex-companheira a tiros dentro de casa e em seguida tira a própria vida

A mulher foi assassinada dentro da própria casa na madrugada desta quarta-feira (21), no Recife. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio seguido de suicídio.

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Uma mulher de 51 anos foi assassinada a tiros pelo ex-companheiro na madrugada desta quarta-feira (21), na Vila do Sesi, no bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife. Após o crime, o suspeito, um militar da Aeronáutica aposentado, de 71 anos, tirou a própria vida. O homem foi identificado como José Adeildo Magalhães. A mulher assassinada é  Ana Paula Alves Ferreira. 

De acordo com familiares, apesar de estarem separados, a vítima e o ex-companheiro ainda moravam na mesma residência. Relatos de vizinhos apontam que, por volta de 0h30, houve uma discussão entre o ex-casal. Em seguida, o homem teria se armado com um revólver calibre 38 e efetuado disparos contra a mulher.

Ao ouvirem os tiros, vizinhos foram até a residência e encontraram a vítima caída no chão, baleada. O autor do crime teria se trancado em um dos quartos, onde atirou contra a própria cabeça.

A mulher chegou a ser socorrida pelos moradores para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Lagoa Encantada, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade de saúde.

Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Militar de Pernambuco e do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local para os procedimentos de praxe.

O corpo do homem foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que as ocorrências de “feminicídio consumado e suicídio” estão sendo investigadas pelo DHPP. Um inquérito policial foi instaurado para apurar as circunstâncias do ocorrido.

COMO DENUNCIAR VIOLÊNCIA CONTRA MULHER EM PERNAMBUCO

É importante lembrar que, para combater este tipo de crime, é necessário também contar com a colaboração de rede de proteção. Pessoas próximas, amigos e vizinhos podem passar informações e fazer denúncias sigilosas.

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