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12/11/2017 às 03h50m - Atualizado em 12/11/2017 às 08h47m

Enem chega ao fim com o desafio de diminuir número de faltosos

Apesar de mudanças na estrutura, exame continua registrando alto índice de ausências nas provas

enem

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 chega ao fim hoje com a realização das provas de Matemática e Ciências da Natureza. Nesta edição, a prova deixou de fornecer certificados de formação no segmento, foi feito em dois domingos e não permitirá que os “treineiros” tenham acesso às suas notas antes do Sistema de Seleção Unificado (SiSu). Mesmo com todas essas modificações, um elemento permanece: o alto número de faltosos.

No primeiro dia de exame, domingo passado, 30% dos candidatos não fizeram as provas de Linguagens, Ciências Humanas e Redação. O percentual é similar ao dos outros anos. Em números absolutos, o valor chama a atenção. São dois milhões de candidatos que se inscreveram, mas não apareceram. Isso seria o equivalente a 20 dias da média de público da última edição do Rock in Rio.

— Naturalizamos o alto número de faltas no Enem, mas isso é um erro. Temos que entender por que os alunos se inscrevem e escolhem não ir. É evidente que há aqueles que não conseguem por questão de trabalho ou os famosos atrasados, mas isso não reflete 2 milhões de ausentes — aponta Gustavo Santos, coordenador do Colégio Ênfase Um.

Renato Janine Ribeiro, professor de Ética na Universidade de São Paulo (USP) e ex-ministro da Educação no governo Dilma Rousseff (PT), sabe os impactos que esse percentual causa.

— O primeiro impacto é o ambiental. A produção de cadernos de questão é feita a partir do número de inscritos. Estamos falando, portanto, de dois milhões de cadernos de 20 ou 30 páginas que não vão ser utilizados. Imagina isso em árvores? — indaga Renato Janine.

Imformações: O Globo

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