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23/12/2018 às 08h54m - Atualizado em 23/12/2018 às 09h40m

Mulher morre soterrada após deslizamento de terra em Maceió

De acordo com o major Roberto, deslizamento da terra ocorreu por causa do vazamento de um cano que durou toda a madrugada

bombeiros-socorristas

A dona de casa de 49 anos que foi soterrada após um deslizamento de barreira no Bebedouro, em Maceió, foi encontrada sem vida pelo Corpo de Bombeiros após cinco horas de buscas. O Corpo de Bombeiros foi acionado à residência que fica na Rua Faustino Silveira, às 5h. Cerca de 20 militares participaram da ação.

Segundo informações do major Roberto Wanderley, o deslizamento da terra ocorreu por causa do vazamento de água de um cano que estourou. A água vazou por toda a madrugada. “A mulher saiu da casa e pegou uma escada para ver o que estava acontecendo, como a barreira estava molhada, cedeu e caiu tudo por cima dela”, conta o militar.

O Corpo de Bombeiros, antes de encontrar Élida Carlos de Mendonça, já sabia o ponto onde ela se encontrava, mas, de acordo com o major, havia muita terra por cima dela. A terra invadiu também a parte de trás da residência da vítima e chegou a quebrar o telhado da casa.

Um cão também foi levado para ajudar nas buscas, mas não foi preciso utilizá-lo, porque, segundo o major, o local tem pequena extensão.

O esposo da vítima, Edilson Martins, afirmou que os canos estourados são da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) e que o vazamento é de água potável. Segundo ele, é recorrente o derramamento de água na localidade. “A gente sempre chama a Casal para consertar e ela não aparece”, afirma, complementando que os próprios moradores acabam realizando o conserto.

Em nota, a Companhia de Saneamento de Alagoas informou que um técnico da empresa esteve no local do deslizamento e constatou que o acidente não foi provocado por rompimentos em tubulação de água potável, mas sim pelos canos que fazem a drenagem do local, que não é competência da companhia.

“Após o deslizamento, o próprio deslocamento do solo causou um pequeno rompimento de um cano de 60 milímetros da Companhia. É comum, sempre que há deslocamento de solo, o cano ser rompido em seguida, tendo em vista ser um material que não possui flexibilidade para suportar um deslizamento de barreira”, explica em nota.

Segundo a Casal, o registro foi desligado imediatamente após o rompimento do cano, o que causou o desabastecimento para os moradores. “A Casal vai trabalhar, neste sábado (22), para consertar o cano danificado pelo deslizamento da barreira e garantir o reabastecimento da comunidade”, concluiu a companhia.

A assessoria do da Prefeitura de Maceió, responsável pela drenagem. informou que equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) e da Defesa Civil municipal foram ao local. As pastas sugerem, em nota, que uma obra de escadaria realizada na região – que não é da prefeitura – pode ter contribuído para o deslizamento. Os setores municipais pediram intervenção da Defesa Civil estadual para acionar a empresa responsável pela construção “para que a empresa faça reparos na drenagem da obra que estaria sendo despejada diretamente na barreira, o que teria contribuído para o deslizamento”, comunica a Prefeitura de Maceió por meio de nota.

Do OP9

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