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29/01/2020 às 08h42m - Atualizado em 29/01/2020 às 10h34m

Homem é suspeito de abusar e engravidar menina de 13 anos

À época do abuso, a mãe da menina trabalhava para o acusado. Caso aconteceu no Distrito Federal.

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Um homem de 57 anos é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal, sob suspeita de estuprar uma menina de 13 anos, em Samambaia. O caso ocorreu há três meses, na QN 207. Na época, o agressor era chefe da mãe da vítima. A 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) investiga o caso. 

A mulher trabalhava como cozinheira na empresa do suspeito e, ocasionalmente, levava a filha com ela. Na última quarta-feira, o homem contou que havia abusado da menina, há três meses, quando a funcionária teria ido à lotérica sacar um dinheiro. Após a revelação, a criança afirmou que esta teria sido a única vez do abuso. 
 
Segundo o pai da vítima, ninguém desconfiou do que estava acontecendo. "Ele era patrão, a gente o conhecia há muito tempo, e ele sempre ajudava. Além disso, ele é casado", relatou. Em depoimento, a mãe declarou que o homem considerava a menina como neta. Diversas vezes, ele oferecia presentes e era prestativo. Além disso, após a demissão da mãe, ele visitava a família alegando querer notícias da jovem.

Aos poucos, a garota começou a agir de maneira introspectiva, cada vez mais distante e triste, despertando a atenção da mãe. Ao notar que o ciclo menstrual da filha estava atrasado, ela desconfiou de uma possível gravidez. "A esposa dele descobriu e disse que ele tinha que resolver a história. Então, ele chamou a minha ex-mulher para conversar. Como estava devendo direitos trabalhistas, ela achou que era sobre isso", destaca o pai da adolescente.

Para a surpresa da mãe, no entanto, ele disse que tinha tido relações sexuais com a adolescente, por iniciativa dela. A mulher conversou com a filha e a menina afirmou que o agressor a obrigou, sob ameaça de colocar ela e a irmã, uma menina de 9 anos, em um abrigo, longe dos pais.

Após registro de ocorrência, a vítima passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML). "Estamos dando todo o apoio que ela precisa. Ela ainda nem entende o que está acontecendo. Brinca e corre, mas não compreende", desabafa o pai.
 
Do Correio Braziliense

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