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29/01/2020 às 07h42m - Atualizado em 29/01/2020 às 07h45m

Mãe de crianças mortas em incêndio criminoso em Paraty recebe alta

Dara Cristina de Almeida Santos Souza, de 25 anos, é a única sobrevivente do crime.

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A mãe das três crianças mortas em um incêndio criminoso em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, recebeu alta nesta terça-feira (28). A casa foi incendiada no bairro Ilha das Cobras, na sexta-feira (24). Dara Cristina de Almeida Santos Souza, de 25 anos, é a única sobrevivente do crime.

Ela estava internada em um hospital em Angra dos Reis e foi levada para Paraty por uma ambulância da prefeitura. Segundo a unidade médica, ela continua muito abalada com os acontecimentos.

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No dia do incêndio, Dara havia sido socorrida e levada para o Hospital Municipal Hugo Miranda, em Paraty. Segundo a unidade médica, a paciente inalou muita fumaça e chegou a ficar entubada respirando com ajuda de aparelhos.

Na tarde do mesmo dia, Dara foi transferida para outro hospital.

Dara prestou depoimento na tarde de segunda-feira (27) no hospital em que ela estava internada. O G1 não teve acesso ao depoimento, pois segundo a polícia o caso corre em segredo de justiça.

Justiça decretou prisão preventiva de padrasto

A Justiça decretou na tarde de segunda-feira (27) a prisão preventiva do padrasto das três crianças, ex-companheiro de Dara. A decisão foi tomada em uma audiência de custódia na Casa de Custódia de Volta Redonda, onde ele está desde sábado (25).

O pedido de conversão de prisão em flagrante para prisão preventiva foi baseado em três fatores: garantia da ordem pública, por ele ser considerado uma pessoa perigosa, instrução processual penal, para não atrapalhar as investigações e aplicação da lei penal, para impedir que ele consiga fugir.

O homem havia sido preso em flagrante na sexta-feira (24). De acordo com o delegado Marcello Russo, sete testemunhas foram ouvidas para a conclusão do caso, incluindo a avó e a babá das crianças.

Ainda segundo o delegado, a motivação do crime teria sido ciúmes da companheira. O homem queria se livrar delas para ficar só com a mulher. Em depoimento, o suspeito tentou culpar o filho mais novo da companheira, de 5 anos, e disse que ele teria colocado fogo nos colchões do quarto por ser um "menino levado".

O delegado informou ainda que o homem era usuário de drogas.

O suspeito vai responder por três homicídios qualificados por emprego de fogo, agravados pelo fato das vítimas terem menos de 14 anos, além de tentativa de feminicídio e crime de incêndio em local habitado.

Devido à repercussão do caso e por ele ter prestado depoimento dizendo que estava sendo ameaçado por outros presos, o juiz determinou que o homem fique separado dos outros internos.

Fonte: G1

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