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31/05/2019 às 07h52m - Atualizado em 31/05/2019 às 08h12m

Maior iate do Nordeste é apreendido na 2ª fase da operação que prendeu DJ Jopin

A 2ª fase da operação Mar Aberto mirou os bens da família Pinteiro; conhecido como DJ Jopin, José Pinteiro júnior está preso desde o dia 9 de maio

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A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (30) a segunda fase da Operação Mar Aberto, que investiga crimes tributários, de lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

Nesta etapa, os alvos foram os bens da família Pinteiro e a polícia cumpriu 13 mandados de busca e apreensão, um deles no Empresarial Jopin, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife, que pertence ao grupo.

Policiais apreenderam vários documentos, carros antigos que pertenciam à coleção da família e uma Ferrari que estava sendo desmontada. Um helicóptero, que estava escondido em um terreno no bairro do Pina, foi apreendido e uma aeronave semelhante foi apreendida em São Paulo.

A Polícia Civil também enviou equipes para a Praia de Cabedelo, na Paraíba, e onde foi encontrado um iate de 115 pés, avaliado em quase R$ 15 milhões. A embarcação tem dois andares e é considerada a maior do Nordeste, segundo a polícia. Apenas para transportá-lo para o Porto do Recife foram gastos R$ 10.500 só de combustível.

Para o delegado Jean Rockfeller, chefe da Diretoria Integrada Metropolitana, os Pinteiro estavam tentando esconder os bens.

Ao todo, nove pessoas foram presas na primeira fase da operação, entre eles, José Pinteiro júnior, mais conhecido como DJ Jopin, o pai dele, o empresário José Pinteiro Costa Neto, apontado como o chefe da organização, e Aníbal Pinteiro, primo do artista. As prisões ocorreram no dia 9 de maio. 

Cinco deles estão presos no Cotel, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, desde o início deste mês. A polícia apreendeu nas celas do DJ Jopin, do pai dele e do primo uma quantia em dinheiro e celulares, como explica o delegado.

Acusação

A Polícia Civil, junto com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco, investiga uma movimentação do grupo Ecomariner, de R$ 358 milhões durante cinco anos, no qual ficou constatado que pelo menos R$ 65 milhões foram desviados.

Ainda segundo a Polícia Civil, as investigações devem continuar devido à grande quantidade de apreensões de documentos e computadores. Caso haja necessidade, uma terceira fase pode ser deflagrada.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus de José Pinteiro Costa Neto e do Filho José Pinteiro Júnior.

Fonte: Rádio Jornal

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