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30/05/2019 às 13h29m - Atualizado em 31/05/2019 às 06h49m

Laudo médico confirma estupro em bebê de 9 meses morta em hospital na PB

Resultados apontam estupro, mas causa da morte ainda não foi confirmada.

numol_de_campina_grande Numol de Campina Grande

Após exame de corpo de delito, o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Campina Grande confirmou no início da tarde desta quinta-feira (30) que a criança de 9 meses morta em um hospital da cidade de Soledade foi estuprada.

Horas após a confirmação do laudo, Ana Graciele do Nascimento Lucena e Francisco Fagner de Lucena, pais da bebê que morreu após sofrer um estupro, foram conduzidos à Delegacia de Soledade para prestar depoimento. A polícia investiga o envolvimento deles no caso.

O Numol informou ainda que os resultados dos exames confirmam que o estupro aconteceu recentemente e que todo material encontrado no corpo da criança será encaminhado para análise laboratorial com o intuito de identificar o suspeito.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Durval Barros, as investigações ficam mais rápidas depois da emissão do laudo. “Um caso desses, de tamanha crueldade, precisa ser investigado e concluído o mais rápido possível”, concluiu.

Médico percebeu lesões

bebe-desnutricaoA criança morreu após ser levada para o Hospital de Soledade, no agreste paraibano, na noite de quarta-feira (29). O médico que atendeu a criança procurou a Delegacia de Polícia Civil de Esperança e prestou um Boletim de Ocorrência informando que a criança havia dado entrada na unidade de saúde com 40 graus de febre e morreu após uma crise convulsiva. Após constatar que a criança havia morrido, o médico analisou o corpo do bebê e percebeu lesões que poderiam indicar um estupro.

A mãe da criança informou ao médico que havia levado a filha a Campina Grande para realizar exames pois a filha de 9 meses tinha paralisia cerebral. Na volta para São José do Sabugi, onde mora, ela parou na cidade de Soledade para jantar em um restaurante, quando a criança teve crises convulsivas e foi levada para o hospital.

Do Jornal da Paraíba

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