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18/06/2023 às 14h14m - Atualizado em 19/06/2023 às 15h59m

Ex-prefeito de Camaragibe, presidente da Câmara da cidade e outros serão julgados por formação de quadrilha

Demóstenes Meira e atual presidente da Câmara de Vereadores da cidade são julgados por formação de quadrilha. Renê Cabral também é pré-candidato à Prefeitura de Camaragibe

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O ex-prefeito da cidade de Camaragibe Demóstenes Meira e o atual presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Renê Cabral (União Brasil), serão julgados por formação de quadrilha junto com a ex-noiva de Demóstenes, Tati Dantas, além dos empresários Carlos Augusto Bezerra de Lima e Thiago Dantas. Outras pessoas também estão envolvidas no processo.

Ex-prefeito de Camaragibe e pré-candidato à Prefeitura da cidade são julgados

O julgamento, que ainda não foi finalizado, está vinculado com a investigação de um esquema de corrupção que gerou o impeachment de Demóstenes na prefeitura de Camaragibe e que fez o ex-prefeito ser preso em 20 de junho de 2019. 

Renê Cabral é pré-candidato para prefeitura de Camaragibe e tem como aliada a atual prefeita da cidade, Dra. Nadegi (Republicanos). 

Entre os crimes nos quais Meira, Renê Cabral e os demais estão supostamente conectados são os de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, extorsão, ocultação de bens e financiamento para organização criminosa. Caso condenados, os envolvidos poderão pegar até 30 anos de cadeia

Meira conseguiu sair da prisão preventiva com um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal em março de 2020. As acusações na época de sua prisão foram de fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Na época da conquista do Habeas Corpus, a defesa de Meira indicou que a prisão havia sido "desnecessária, sem uma fundamentação razoável, que perdurou por longos dez meses" e que o uso de uma prisão preventiva "só busca antecipar o cumprimento antecipado de pena, em flagrante afronta à Constituição Federal". 

A operação Harpalo, responsável por investigar crimes na prefeitura de Camaragibe, relatou que o rombo aos cofres públicos da cidade poderiam chegar em R$ 117 mil, após a dispensa de licitação em um contrato de R$ 1,2 milhão para manutenção das escolas municipais. 

 

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